Isso foi confirmado pelo Google, e que os da Adobe parecem ter sobrecarregado seus colegas com tantos patches de segurança que tiveram que ser aplicados para que o Flash continuasse funcionando.
Lembremos que há alguns meses, foi o Firefox (Mozilla Foundation) que decidiu diminuir o controle para o software de animação web da Adobe.
O Google também pesquisa; assim como outros desenvolvedores de navegadores; promover o uso e padronizar o HTML5 como linguagem base para sites, considerado muito mais eficiente na utilização dos recursos dos dispositivos eletrônicos.
As mudanças
O bloqueio do flash nos navegadores trará um equilíbrio à navegação na web, mas onde o usuário final perceberá isso?
Em qualquer site que tenha conteúdo em flash e este seja bloqueado pelos navegadores, os “espaços” permanecerão não exibidos no conteúdo. tais como:
- Banners publicitários animados, geralmente em jornais online
- Reprodutores de vídeo/áudio usados para streaming
- Jogos online entre outros.
Certamente se o usuário quiser ver o conteúdo em flash, ele deve ativá-lo manualmente, o que se torna mais uma ação a ser realizada durante a navegação, o que a grande maioria dos usuários regulares da Internet não vai querer fazer.
Além disso, lembremos que o Flash no iOS e no Android não é mais suportado há muito tempo, portanto os usuários não têm mais a opção de escolher se querem vê-lo ou não, eles não o veem diretamente. Agradecemos a Steve Job e à empresa por esta decisão acertada.
Atualizado em: 01/09/2015 00:00:00
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